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Presidenta Dilma Rousseff se encontra com Tawakkol Karman, Prêmio Nobel da Paz 2011, no Palácio do Planalto

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Prêmio Nobel da Paz diz que reeleição de Obama fortalece democracia e direitos humanos

Criado em 07/11/12 20h13 e atualizado em 07/11/12 20h27
Por Luana Lourenço Edição:Aécio Amado Fonte:Agência Brasil

Presidenta Dilma Rousseff se encontra com Tawakkol Karman, Prêmio Nobel da Paz 2011, no Palácio do Planalto
Presidenta Dilma Rousseff se encontra com Tawakkol Karman, Prêmio Nobel da Paz 2011, no Palácio do Planalto (José Cruz/ABr)

Brasília - Vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2011, a jornalista iemenita Tawakkol Karman, disse hoje (7) que a reeleição do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, demonstra compromisso do povo norte-americano com a democracia e os direitos humanos.

“Obama não é apenas um presidente para os americanos. É um presidente de todos os povos que aspiram um mundo igual, justo, de paz”, disse Tawakkol em entrevista após encontro com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

Para Tawakkol Karman, o líder americano deve aproveitar a oportunidade histórica para colaborar com a construção da democracia em outros países.

“Parabenizo Obama pela confiança que conquistou do seu povo. É uma oportunidade histórica que o presidente tem. Deve aproveitar em prol da paz e da segurança no mundo. Tenho certeza de que com Obama, nós, povos de todo o mundo, poderemos trabalhar em prol dos valores de paz, de segurança, de amor e de bem-estar mundial”.

Primeira mulher árabe a receber o Prêmio Nobel da Paz, Tawakkol veio ao Brasil a convite da organização Transparência Internacional para participar da 15ª Conferência Internacional Anticorrupção.

Com a presidenta Dilma, a Nobel da Paz conversou sobre a experiência brasileira de transparência no acesso a dados públicos, programas sociais e de combate à fome, experiências que, segundo ela, poderão ser aproveitadas pelo Iêmen. Dilma também sinalizou a possibilidade de abrir bolsas de estudos para alunos iemenitas estudarem no Brasil, segundo a ativista.

Tawakkol Karman disse que pediu à Dilma e ao ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que o Brasil continue apoiando a luta de países em defesa dos direitos humanos, principalmente em favor do povo da Síria.

A vencedora do Nobel ainda elogiou o povo brasileiro por ter uma mulher na Presidência e disse que países que respeitam e valorizam suas mulheres “são grandes, com um povo grande”.

Tawakkol Karman dividiu o Nobel da Paz em 2011 com mais duas mulheres, a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf e a também liberiana Leymah Gbowee.

 

Edição: Aécio Amado

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