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Depois de passearem pelo Rio de Janeiro, os mascotes visitantes de outros Jogos conheceram neste domingo  os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e se despediram da cidade

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Conheça a história dos mascotes dos jogos olímpicos

Criado em 24/11/14 11h04 e atualizado em 24/11/14 11h54
Por Rio 2016

Desde 1972 os países que recebem os Jogos Olímpicos seguem com a tradição de adotar um símbolo, um personagem que imprima o espírito esportivo e também divulgue marcas da cultura e da história daquele local. O primeiro mascote foi fruto de uma criatividade da equipe do comitê organizador dos jogos durante uma festa de Natal. A partir daí eles passaram a ser usados para infundir o sentimento olímpico e incentivar a prática de esportes entre crianças e jovens. Os escolhidos para representar o Brasil neste ano exploram os elementos da Fauna e da Flora (Saiba mais aqui).   

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Conheça a história dos principais mascotes:

Waldi
Waldi, o primeiro mascote Olímpico, foi criado na festa de Natal da equipe do comitê organizador dos Jogos Munique 1972 (COI)

Waldi - cão multicolorido que foi criado para promover os Jogos Munique 1972. Ele era um dachshund, raça popular na região da Bavária, na Alemanha, conhecido por sua resistência e agilidade. Waldi foi criado pela equipe do comitê organizador durante sua festa de Natal, em 1969, quando os funcionários receberam giz de cera e massa de modelar para que desenvolvessem ideias. Ele era tão popular que o circuito de maratona foi concebido para ter a sua forma. Waldi lançou uma tendência, sendo os primeiros mascotes inspirados em animais emblemáticos do país anfitrião.

Amik -  O castor Amik foi o símbolo dos Jogos de Montreal em 1976. O animal é conhecido por sua paciência e trabalho duro, e com lugar cativo na cultura canadense.

Misha
Misha é um dos mais famosos e carismáticos mascotes (Divulgação: Rio 2016)

Misha - O mais famoso e carismático dos mascotes, Mikhail Potapych Toptygin (Misha para os íntimos) nasceu nas terras geladas da Rússia. Mas sua simpatia e fofura conquistaram o mundo, fazendo dele um dos mascotes mais populares da história dos Jogos Olímpicos. Os ursos são animais muito comuns na Rússia e fazem parte da cultura do país. Tanto que o animal foi escolhido para ser mascote dos Jogos Olímpicos de Moscou 1980 através de uma pesquisa realizada na TV e em um jornal esportivo. Cerca de 45.000 russos escreveram cartas com sugestões para a escolha do mascote. Em 1978, Misha visitou a estação espacial Salyut 6 em um foguete e, depois de sua despedida emocionada na cerimônia de encerramento dos Jogos, voltou para a estratosfera, levado por balões. Assim, o mascote conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e entrou para a  lista dos ícones do esporte que marcaram a história Olímpica.

Esquilos - Eles não tinham nome e foram criados na Holanda para serem os primeiros mascotes Paralímpicos em 1980. O casal representava os Jogos de Arnhem. Eles foram o resultado de um concurso de rádio em que os ouvintes foram convidados a enviar modelos feitos à mão.

Sam
A água americana trazia os anéis mágicos em seu chapéu (Divulgação: Rio 2016)

Sam - Os Jogos Los Angeles 1984 deram vida a um dos mais emblemáticos animais americanos, uma águia, chamada Sam. A ideia original era um urso, símbolo da Califórnia, mas foi abandonada devido à semelhança com Misha. Criado pela empresa Walt Disney, Sam ainda tinha sua própria série de desenhos animados, em que era um detetive que solucionava mistérios usando a magia dos anéis Olímpicos em seu chapéu.

Hodori - O mascote dos Jogos Seul 1988, foi um tigre - animal que aparece com frequência na arte e nas lendas coreanas, muitas vezes associado à bravura e à nobreza. Ele venceu a concorrência com um coelho, um esquilo e um casal de patos mandarim.

Cobi
Cobi dividiu opiniões no início, antes de conquistar o público (Divulgação: Rio 2016)

Cobi - o mascote de vanguarda dos Jogos Barcelona 1992, que quebrou paradigmas. Ele era um cão pastor da região dos Pirineus com um nariz farejador lateral, projetado no estilo cubista por Javier Mariscal. Como a maioria das obras inovadoras, Cobi dividiu opiniões no início, antes de conquistar o público e se tornar uma figura popular.

Izzy - o mascote de Atlanta 1996, não era um animal ou um ser humano, muito menos um objeto, mas, sim, um produto da tecnologia da informação. A figura azul abstrata – de olhos arregalados e pé grande - foi redesenhada após uma recepção duvidosa na cerimônia de abertura dos Jogos Barcelona 1992.

Syd, Olly e Millie - um ornitorrinco, uma kookaburra (ave australiana) e um tamanduá, simbolizando a água, o ar e a terra apresentaram os Jogos de Sydney em 2000.

Athenà - Junto com seu irmão Phevos, Athenà é uma mascote dos Jogos Olímpicos de Atenas 2004. Seu nome é uma homenagem à Atena, deusa da sabedoria e protetora da capital grega. Com pés grandões e corpo em forma de sino, as mascotes foram inspiradas nas esculturas de barro feitas na Grécia Antiga, chamadas daidalas.

Fu Niu Lele
Fu Niu Lele tira fotos com fãs no Corcovado (Divulgação: Rio 2016)

Fu Niu Lele -  A simpática vaquinha colorida foi ideia do designer Wu GuanYing. O artista escolheu o animal para ser mascote dos Jogos Paralímpicos Pequim 2008 por acreditar que as vacas são gentis e se conectam de forma especial com as pessoas que cuidam delas. Suas cores foram inspiradas nos tradicionais presentes do Ano Novo Chinês e seu nome significa boa sorte. Para os jogos olímpicos, foram cinco, um para cada anel Olímpico: Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying, Nini. Todos os nomes tinham sílabas repetidas, uma tradição chinesa de demonstrar carinho às crianças.

Mascote Olímpico e Paralímpico - com amigos
Mascotes visitantes de outros Jogos conheceram neste domingo os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 (Divulgação/ Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016)

Wenlock (Jogos Olímpicos Londres 2012) e Mandeville (Jogos Paralímpicos Londres 2012) - Estes são provavelmente os mascotes mais tecnológicos da história dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Foram criados a partir de duas gotas do aço usado na construção do Estádio Olímpico de Londres. Os olhos são uma câmera que filmam tudo e a luz em suas cabeças simbolizam os famosos táxis londrinos. Seus nomes são inspirados em cidades Inglesas que fazem parte da história dos Jogos. Much Wenlock é onde aconteciam jogos que inspiraram o Barão Pierre de Coubertin a formar o conceito dos Jogos Olímpicos modernos em 1896. Já Stoke Mandeville é o nome da cidade e do hospital onde Dr. Ludwig Guttmann criou o precursor dos Jogos Paralímpicos, os Jogos de Stoke Mandeville que surgiram para ajudar na reabilitação de soldados vítimas da II Guerra.

Oba e Eba; Tiba Tuque e Esquindim; ou Vinicius e Tom? Você pode dar a sua opinião e votar nos nomes dos nossos mascotes deste ano. A votação acontece no site www.rio2016.com/mascotes. Também será possível votar no perfil do Rio 2016 no Twitter (@Rio2016). Os mascotes Rio 2016 terão site próprio e perfil nas redes sociais.

Assista a um vídeo do Comitê Olímpico Internacional sobre a história dos mascotes

Creative Commons - CC BY 3.0

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