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Paz Celestial, em Pequim

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Minoria teme represália por acidente na Praça da Paz Celestial

Criado em 01/11/13 09h47 e atualizado em 01/11/13 10h00
Por Agência Brasil

Brasília - A líder de um grupo de exilados uigures - população à qual pertence o suspeito de ter causado o acidente na Praça da Paz Celestial na última segunda feira (28), em Pequim, na China - manifestou preocupação com represálias das autoridades chinesas contra a etnia. O acidente que tem sido tratado como um ato terrorista pelas autoridades, deixou cinco mortos e mais de 40 feridos. Anteontem (30), foram presas cinco pessoas associadas ao ocorrido.

De acordo com a líder do Congresso Mundial de Uigures, Rebiya Kadeer, forças de segurança foram deslocadas para a província de Xinjiang, no Noroeste da China, e estas forças estão repreendendo a população. Segundo ela, os detalhes do acidente ainda não foram esclarecidos - apesar de  três pessoas que estavam no automóvel que causou o acidente serem uigures - e a alegação do governo chinês de que o ocorrido foi um ato terrorista não pode ser aceita. Rebiya pediu que o governo chinês proteja os direitos das minorias étnicas, que a comunidade internacional acompanhe atentamente o caso e que seja conduzida uma investigação independente sobre o acidente.

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No início da semana, um automóvel identificado como um jipe atropelou uma multidão na Praça da Paz Celestial por volta das 13h (3h no horário de Brasília). Várias pessoas foram levadas a hospitais nas imediações. A suspeita da polícia é a de que o ato esteja relacionado a grupos da província autônoma de Xinjiang, local de origem do jipe, onde há uma população multiétnica de maioria uigur.

Com informações da agência pública de notícias do Japão, NHK

Edição:  Valéria Aguiar

Creative Commons - CC BY 3.0

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