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A antena de celular em formato de palmeira pode ser uma alternativa ao cumprimento da legislação quando às exigências da manutenção da paisagem urbana.

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Redes 4G devem começar a operar até o dia 30 de abril

Criado em 04/04/13 10h36 e atualizado em 04/04/13 12h09
Por Thiago Pimenta Edição:Priscila Ferreira Fonte:Portal EBC

Antena de Celular em formato de Palmeira
A antena de celular em formato de palmeira pode ser uma alternativa ao cumprimento da legislação quando às exigências da manutenção da paisagem urbana. (Robotskirts / Creative Commons)

As empresas licitadas para operar a tecnologia 4G no Brasil terão como prazo máximo o fim de abril para começar a oferecer o serviço nas cidades-sede da Copa das Confederações. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que as redes já estão instaladas, mas que não será exigida das empresas cobertura em todo os territórios das cidades-sede. “Brasília, por exemplo, já tem 70% de cobertura [4G]”, informa.  As empresas devem oferecer uma cobertura inicial que, depois de um prazo a ser estabelecido pelo governo, deve ser ampliada.

Em 2013 sediarão os jogos da Copa das Confederações as cidades de Belo Horizonte, Fortaleza, Brasília, Rio de Janeiro. Recife e Salvador.

Creative Commons - CC BY 3.0 -

 

Já para as cidades que sediarão a Copa do Mundo de 2014, o prazo máximo para a operação da tecnologia 4G é 31 de dezembro deste ano. Paulo Bernardo citou a cidade de Curitiba, onde já existem planos da tecnologia 4G à venda. Receberão jogos da Copa do Mundo em 2014 Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

As redes instaladas nos estádios devem ser fixas, de pequeno porte, em formato circular ou oval e compartilhadas entre as empresas. Além disso, elas transmitirão sinais de tecnologias 2G, 3G e 4G. “Uma central eletrônica fará a separação de sinais entre as empresas”, informou o ministro das Comunicações.

A instalação de antenas nos municípios também encontra diversos impasses com leis municipais, uma vez que não existe um código único nacional que regulamente a implantação das torres. De acordo com Paulo Bernardo, as leis são muito restritivas ou existe o problema da burocracia que atrasa na entrega de autorizações para a instalação de antenas. Por outro lado, existe também a necessidade de as empresas diminuírem o tamanho das instalações de redes. O ministro destacou alternativas como antenas instaladas em postes, e até mesmo em falsas palmeiras, que na verdade estão equipadas para transmissão de sinais. “Em outros países, isso é muito comum. Em Hong Kong, por exemplo, as antenas não aparecem. Acho que também deve haver um esforço para se melhorar o visual. A população merece isso”, defendeu Paulo Bernardo.

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Edição: Priscila Ferreira

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