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Polícia aguarda laudos para concluir inquérito sobre a morte de médium

Criado em 20/07/15 19h26 e atualizado em 20/07/15 19h30
Por Da Agência Brasil Edição:Stênio Ribeiro Fonte:Agência Brasil

Um mês após a morte do médium Gilberto Arruda, de 74 anos, o mais importante guia espiritual do tradicional Centro Espírita Lar de Frei Luiz, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, a polícia ainda não concluiu as investigações sobre o caso. Em nota, a Polícia Civil informou que, de acordo com informações da Divisão de Homicídios da Capital, as investigações estão em andamento. Os agentes aguardam os laudos complementares e estão ouvindo testemunhas.

O médium foi encontrado morto na casa dele, que ficava dentro do próprio terreno do centro espírita, na manhã do dia 19 de junho – com as mãos amarradas para trás e sentado numa cadeira – pela mulher dele, que dormia num quarto ao lado.

O delegado Daniel Rosa, responsável pela investigação, pediu prorrogação do prazo para conclusão do inquérito, porque ainda faltam laudos complementares pedidos à polícia técnica, que ainda não foram entregues.

Gilberto Arruda era muito forte, pesava mais de 120 quilos e era mecânico de profissão. Para ser amarrado ele deve ter sido ameaçado com uma arma, apesar de não ter sido disparado nenhum tiro contra a vítima. Ele tinha ferimentos pelo corpo, principalmente na parte da cabeça, o que pode ter provocado a morte. Na casa do médium eram guardadas doações e o assassino para chegar ao local, entrou pelos fundos, através de uma mata, que circunda o terreno.

Criado em 29 de junho de 1947, o Lar de Frei Luiz vive de doações de empresas, confecções e indústrias, e pela seriedade com que trata da fé espírita, dezenas de artistas, empresários e políticos já se submeteram a cirurgias espirituais nesses 67 anos.

Editor Stênio Ribeiro
Creative Commons - CC BY 3.0
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