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Leitura da lista de internados no Hospital de Caridade de Santa Maria

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116 vítimas do incêndio em boate permanecem hospitalizadas

Criado em 27/01/13 18h47 e atualizado em 27/01/13 19h38
Por Bruno Bocchini Edição:Beto Coura Fonte:Agência Brasil

Leitura da lista de internados no Hospital de Caridade de Santa Maria
Leitura da lista de internados no Hospital de Caridade de Santa Maria (Yuri Weber / A Razão)

Santa Maria (RS) – Chega a 116 o número de vítimas do incêndio na Boate Kiss internadas em Santa Maria. Do total, 92 estão na própria cidade; 14 foram transferidas para Porto Alegre. A maioria dos pacientes sofreu intoxicação respiratória e cerca de 20% grandes queimaduras. Até o momento, 30 pacientes recebem ajuda de aparelhos para respirar. As informações são do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Assista à entrevista coletiva de Alexandre Padilha na íntegra

 

Creative Commons - CC BY 3.0 -


 

Os hospitalizados podem aumentar nas próximas horas. “É muito comum as pessoas que respiram gás não sentirem os sintomas no primeiro momento. Mas, horas depois, elas podem desenvolver pneumonia química”, explicou o ministro.

Em Santa Maria, os feridos foram levados para os hospitais Caridade, Unidade de Pronto Atendimento, Universitário, do Exército e São Francisco. Na cidade de Porto Alegre, para onde devem ser transferidos 11 pacientes nas próximas horas, são utilizados os hospitais Cristo Redentor e o Municipal de Porto Alegre, especializados em queimaduras.

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De acordo com o secretário Nacional de Defesa Civil, Humberto Vianna, o número oficial de mortos na tragédia chega a 233 pessoas, 120 homens e 113 mulheres. Até o momento, foram reconhecidas 115 pessoas.

Segundo ele, o trabalho de reconhecimento deve perdurar até às 8h de amanhã. A maior dificuldade de identificação ocorre porque muitas mulheres estavam sem identificação. A explicação é que, normalmente, as mulheres carregam documentos em bolsas, que podem ter sido perdidas nos momentos de pânico e de tentativa de fuga.

A Defesa Civil ressaltou ainda que não há falta de medicamentos e que o estoque de sangue é suficiente.

 

Edição Beto Coura

Creative Commons - CC BY 3.0
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