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Plenário do Senado - eleição da Comissão Especial do Impeachment

Imagem: Ana Volpe/Agência Senado

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Impeachment de Dilma: siga votação de instauração de processo no Senado

Criado em 11/05/16 08h30 e atualizado em 01/06/16 10h13
Por Redação Edição:Líria Jade

Atualização: Dilma é afastada; acompanhe os acontecimentos de 12/05/2016

A sessão extraordinária para votar a instauração do processo de impedimento da presidenta da República, Dilma Rousseff, no Senado Federal, estava prevista para começar às 9h desta quarta-feira (11). Os oradores inscritos, contra e a favor do parecer da Comissão Especial do Impeachment, falarão alternadamente por até 15 minutos cada um e apenas uma vez. Não será permitida orientação da bancada pelos líderes e também não serão permitidos apartes. A votação acontecerá por meio do painel eletrônico. Caso a maioria dos senadores presentes vote pela admissibilidade do processo, Dilma será afastada por até 180 dias e um julgamento presidido pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, será aberto na Casa.

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Acompanhe a votação pela TV Senado

Acompanhe os principais acontecimentos do dia:

6h40- Prerrogativas da presidente Dilma Rousseff estarão na notificação que a presidente receberá, segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros. 

O Senado Federal decidiu nesta quinta-feira (12), por maioria, a admissibilidade do processo de impeachment contra a presidenta da República Dilma Rousseff, com isso, ela fica afastada por até 180 dias de suas funções. Dos 78 senadores presentes no Senado, 55 votaram pela admissibilidade da abertura do processo de impeachment e 22 votaram contra. O presidente do Senado, Renan Calheiros, não votou.

Ao fim dos pronunciamentos, o painel do Senado Federal registra a presença de 78 senadores. A votação da admissibilidade do processo de impeachment ocorrerá em instantes e será feita no painel eletrônico.

6h18- O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), leu uma mensagem da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), que compareceu no Senado, apesar de ter sofrido um AVC. 

6h- O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, fala em defesa da presidente Dilma. Cardozo tem 15 minutos para fazer sua defesa. Na defesa final de Dilma, o advogado-geral da União, ressaltou que não houve crime de responsabilidade por parte de Dilma Rousseff e enfatizou ainda que "não houve nenhum ilícito". Ele compara os decretos feitos no governo de Dilma com de governos anteriores e questiona "onde está a má fé da presidente?". O advogado-geral da União destacou que querem afastar a presidente legítima eleita porque ela não tem maioria no Congresso.  Cardozo, afirmou ainda que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) usou de chantagem e vingança para abrir o processo. O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, destacou que se quer afastar a presidente politicamente, e isso é "golpe". Para ele, não há crime de responsabilidade. Ele diz que se está cometendo uma injustiça histórica. Ao fim de sua defesa, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, destacou que "está se condenando uma mulher honesta e inocente". "Está se cometendo uma injustiça histórica", acrescentou o advogado-geral da União. "Não há crime de responsabilidade cometido pela presidente", disse.

5h47- Após os discursos dos senadores, o relator do processo de impeachment, Antonio Anastasia (PSDB),  comenta detalhes de seu relatório, que é favorável pela admissibilidade do processo do impeachment da presidente Dilma. O senador cita os motivos que o levaram a considerar que a presidente Dilma cometeu crime de responsabilidade. O senador ressalta que o afastamento por 180 dias da presidente Dilma não decore da vontade do Senado, mas de uma determinação da Constituição. Ao finalizar seu discurso, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) elogiou o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que fará a defesa da presidente Dilma.

5h42- O senador  Raimundo Lira (PMDB-PB) delcara que definiu três pontos para exercer essa tarefa:  "comportamento suprapartidário, imparcialidade e não permitir que a maioria esmagasse a maiorira", declara. Raimundo Lira foi presidente da Comissão Especial do Impeachment no Senado.

5h38-  Edison Lobão (PMDB-MA) diz que "logo mais estaremos tomando decisões seguramente traumáticas". "A votação de hoje não encerra o processo, mas autoriza a abertura dele", afirma o senador Edison Lobão (PMDB-MA), destacando que o voto de hoje não é uma antecipação de seu voto no final do processo. Ele votou sim pelo impeachment. 

Depois dos discursos dos senadores que se inscreveram para falar durante a discussão da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma, o relator do processo, Antonio Anastasia (PSDB), e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, defesa de Dilma, vão falar por 15 minutos cada um. 

5h24- O senador Romero Jucá (PMDB-RR) ressalta a dicotomia do momento ao comparar a esperança de alguns com relação ao futuro do país e a queda dos sonhos da "minoria".O parlamentar disse que durante os pronunciamentos no Senado ouviu "devaneios e delírios". "Estamos aqui votando um relatório competente do senador Antonio Anastasia", diz Jucá. O senador diz que seu voto é técnico e que não apoiou o governo em 2014, ele encaminha o voto a favor do impeachment. Faltam dois senadores para discursarem. 

5h14- O senador Benedito de Lira (PP-AL) afirma que tem uma vida pública longa, mas confessa que nunca viveu um momento como este. "Ao longo da minha tragetória política, sempre defendi a legalidade do voto", declara.  Ele diz que é unânime que estamos vivendo um momento único na história. "Estamos enfrentando uma crise econômica brutal", no entanto, ressalta que é difícil prever o que vem por aí. O senador Benedito de Lira (PP-AL) comentou o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB) e elogiou a análise técnica do parecer. O senador se declarou favorável a abertura do impeachment. Faltam três senadores para discursar antes do relator Antonio Anastasia (PSDB) e do Advogado-Geral da União José Eduardo Cardozo. Após os pronunciamentos será iniciada a votação. 

5h05- O senador Ivo Cassol (PP-RP) afirma que "o Brasil precisa retomar o rumo, recuperar a governabilidade". O senador Ivo Cassol (PP-RO) elogiou a presidente Dilma por ter liberado a fosfoetanolamina, substância conhecida como a "pílula do câncer". O 67º parlamentar a discursar diz que encaminha seu voto pela admissibilidade do processo de impeachment, com isso, são 46 votos favoráveis. 

4h58- O senador Ciro Nogueira (PP-PI) diz que nunca foi um entusiata do impeachment. Para ele, o governo perdeu sua capacidade de sustentação. "O impeachment não é uma solução fácil", diz o senador Ciro Nogueira (PP-PI), destacando que é preciso escolher entre a solução mais benéfica para o país. "Essa Casa não faz aquilo que o povo não quer", ressalta o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Nogueira afirma que votará sim pelo impeachment. "Voto a favor do fim da crise e a favor do Brasil", finaliza. O senador foi o 66º a discursar, faltam cinco senadores. Até o momento, 45 parlamentares declararam ser favoráveis a abertura do impeahcment de Dilma e 19 contra. 

4h45- O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) diz que "Certamente, o dia de hoje não é um dia de festas. Nem para mim, nem para o Senado Federal". Ele afirma que a crise é generalizada e atinge toda a população. O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) disse que votará sim pela admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma.

4h30- Senador Humberto Costa (PT-PE) abre seu discurso citando uma fala do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Dilma é uma mulher honesta, não é criminosa. Essas não são palavras minhas, mas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB)", diz o senador. Ele afirma que fizeram um malabarismo jurídico para identificar os créditos suplementares. "É uma farsa o crime de responsabilidade que tentam imputá-la", diz Humberto Costa (PT-PE). "Isto é golpe. E vamos repetir isso até o final deste processo. É ilegal, imoral", diz.

4h15 O senador José Serra (PSDB-SP) diz que "o impedimento se impõe como um remédio que é amargo, mas necessário". Ele afirma que a presidente da República não está sendo derrubada por seus adversários, mas pela marcha da insensatez que ela e seu partido deflagaram desde o seu primeiro mandato. "Os que se opõem ao impedimento martelam que é golpe. Mas o impeachment não é uma medida de exceção, é uma solução constitucional", diz o senador José Serra (PSDB-SP). Segundo o senador tucano José Serra, "o impeachment não representa o fim dos problemas do país. Ninguém tem a ilusão. É o começo do começo". Ele encaminha o voto pelo impeachment. O parlamentar acredita que esse processo banalizará o impeachment: "Nossa democracia não merece ser desprezada assim", disse. "Estão substituindo 

3h59- O senador Walter Pinheiro (BA) discursa. "É um dos momentos mais tristes para quem já passou pelo Parlamento", diz o senador Walter Pinheiro (BA). "Estamos diante de um julgamento político", diz o senador Walter Pinheiro (BA).Sem partido, o senador Walter Pinheiro (BA) fez duras críticas ao coalização PT/PMDB em seu discurso. O senador Walter Pinheiro (BA) não chegou a dizer se votará pela admissibilidade ou não do processo de impeachment da presidente da Dilma.

3h50- Senador Dalirio Beber (PSDB- SC) destacou que o pedido de impeachment da presidente é irretocável. Beber destacou que o relatório do colega Antonio Anastasia foi preciso ao apontar crimes de responsabilidades praticados pela presidente da República. O senador Dalirio Beber (PSDB-SC) diz ser favorável ao prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma. 

3h34- José Pimentel (PT-CE) destaca que os senadores favoráveis à saída da presidente ainda mostraram quais são os crimes cometidos por Dilma, "Ninguém é condenado pelo conjunto da obra", disse.  "Aqueles que patrocinam esse impeachment são contra a agricultura familiar", diz o senador José Pimentel (PT-CE), alertando que o futuro governo irá acabar com o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário). O senador diz que vota contra o impeachment de Dilma. O senador também fala que o vice-presidente Michel Temer chega à presidência pela "porta dos fundos". "Estamos afastando uma presidente que não cometeu nenhum crime", ressalta o senador José Pimentel (PT-CE).

3h18- O senador Donizeti Nogueira (PT-TO) afirma que "fora da democracia e da política só há barbárie". "Como não ganha no voto, tem que puxar o tapete, dar o golpe", disse o senador Donizeti Nogueira (PT-TO) , em referência à oposição. O senador chamou de "golpe frio" todo o processo para abertura de impeachment da presidente Dilma. Para o senador Donizeti Nogueira (PT-TO), "o relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG) parte de premissas falsas, pois a presidente Dilma não cometeu crime de responsabilidade". 

3h06-  Blairo Maggi (PR-MT):  "o que diz muita coisa para mim é que o brasil desandou, para ter um projeto político sustentado na enganação das contas públicas". "O Brasil se perdeu em 2012, 2013, para conseguir uma eleição em 2014", disse o senador Blairo Maggi (PR-MT), destacando que o governo Dilma só pensou na reeleição. O senador encaminha o voto pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com a declaração do voto do senador,  tem-se maioria declaradamente a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, seu voto foi o 41º pela admissibilidade do processo e consequente afastamento de Dilma por até 180 dias. 

3h02- Roberto Rocha (PSB-MA) afirma que seu estado, o Maranhão, foi o que mais deu votos à presidenta Dilma e foi o que menos recebeu recursos durante seu governo. "O povo do Maranhão é o maior credor do governo que estamos julgando", disse. O senador disse que vai votar pela admissibilidade. 

2h46- O senador Paulo Paim (PT-RS) diz : "nunca vivi um momento tão constrangedor", ao comentar o processo de impeachment da presidente. O senador pergunta a quem interessa o impeachment. Em seu discurso, Paim disse que o vice-presidente Michel Temer está "chegando à presidência pela porta dos fundos". "Qual o governador não deu pedalada? Qual prefeito não deu pedalada?", questiona o senador Paulo Paim (PT-RS).

2h32- Flexa Ribeirto (PSDB-PA) afirma que, no Senado, estão fazendo cumprir a Constituição, "porque o ato de impedimento da presidente é constitucional". O senador acusa o Partido dos Trabalhadores de não ter assinado a Consituíção e a Lei de Responsabilidade Fiscal. "É um crime por não cumprir a meta fiscal", diz o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA)."O PT usou o mantra do golpe. O golpe foi o que foi dado na população brasileira na eleição de 2014 (...). A grande maioria deles foi enganada"."A sociedade brasileira não aguenta mais a situação", diz o senador. Flexa Ribeiro (PSDB-PA) se declarou favorável à admissibilidade do processo de impeachment da presidente da Dilma.

2h16- A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) fala sobre a conquista de uma Constituição cidadã, eleição de um operário e de uma mulher para presidentes da República. Gleisi destaca  o aumento da intolerância no país, com líderes da direita incitando o ódio contra minorias. "Tirar uma presidente eleita democraticamente pelo voto por meio de impeachment pode parecer democrático, mas não é". "Impeachment exige que tipifiquemos o crime", diz a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Para ela, nunca decreto de abertura de crédito suplementar significou irregularidade. A senadora enfatizou que "querem afastar a presidente da República" por que ela assinou quatro decretos suplementares sem autorização do Congresso Nacional. "É uma fraude política", alega. Gleisi Hoffmann (PT-PR) acusou o PSDB de forçar o pedido de impeachment, desde seu início, contra a presidente Dilma. Disse que a crise é grande, mas que é possível um enfrentamento. A senadora destacou, ainda, que a presidente sofreu uma enorme desconstrução de sua imagem pelo fato de ser mulher. "O que está querendo vender para o Brasil é uma mentira", disse a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). "Esse impeachment, por não ter base jurídica, é um golpe", acrescentou ela.

2h06- O senador Wellington Fagundes (PR-MT) destacou que a situação atual "é grave e preocupante".O senador Wellington Fagundes (PR-MT) enfatizou, em seu discurso, os problemas enfrentados pelos prefeitos. Ele defendeu uma melhor distribuição na arrecadação entre todas as esferas. "O Brasil não pode parar", diz o senador Wellington Fagundes (PR-MT). "Precisamos nos dedicar as reformas", acrescentou ele. O senador destacou a participação dos jovens e das famílias nas ruas.O senador Wellington Fagundes (PR-MT) diz ser a favor da admissibilidade do processo de impeachment da presidente da Dilma.

1h54-  Tasso Jereissati (PSDB-CE) criticou em seu discurso o sistema político, em que pequenos partidos de alugueis dificultam a governabilidade. "Nosso dever é de julgar uma presidente da República que não cumpriu com seus deveres", disse o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). O senador destacou que a presidente da República escondeu os reais problemas da economia durante as eleições.

1h50- A senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) diz que votará pela admissibilidade da abertura do processo de impeachment da presidente.

1h33- Senador Paulo Rocha (PT-PA) começou contando sua trajetória, destacando que está há menos de 2 anos no Senado. Rocha destacou que a Lava Jato foi usada para criminalizar a política e quem está no poder. "As cartas já estão dadas", disse o petista, destacando que a presidente da República "não cometeu crime de responsabilidade". O senador Paulo Rocha (PT-PA) afirmou que a história não esquecerá os golpistas e os aproveitadores.

1h18- O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fala. O senador citou o golpe de 1964, destacando que, como agora, o golpe foi vendido como algo democrático.A mídia tentou legitimar o golpe de 1964 como algo democrático, disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). "A oposição não teve lealdade à Constituição", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), citando o papel do PSDB. "Foi um papel ridículo", disse Farias. "Nós não vamos reconhecer Michel Temer como presidente. Ele é um golpista", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), destacando que seu partido vai fazer uma dura oposição. "Nós não vamos reconhecer Michel Temer como presidente. Ele é um golpista", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), destacando que seu partido vai fazer uma dura oposição.

1h02- Senador Otto Alencar (PSD-BA) lembrou que está há 16 meses no Senado Federal. Neste período, ele destacou que não se discute outra coisa que não seja a crise do governo. O senador destacou a fala do colega Armando Monteiro, lembrando as dificuldades enfrentadas pelo governo Dilma no Congresso. "Existe um conjunto de fatos em que não se pode culpar apenas a presidente Dilma", afirma. Otto Alencar  destacou que é contra admissibilidade da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma.

00h50- O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)  fala sobre a acusação contra a presidente de abrir créditos suplementares sem a autorização do Congresso. Ele afirma que quando a presidente publicou os decretos, o cenário fiscal já mostrava a impossibilidade de atingir a meta fiscal. Para o senador, a presidente Dilma fez exatamente o contrário do que prega a Constituição, com isso "o desastre na condução da política fiscal se confirmou no fim de 2015 com o déficit nas contas do governo". Bezerra diz que segundo o TCU, desde 2013 a União não vinha efetuando seus pagamentos em prazos razoáveis e que o relatório da comissão especial deixa claro que há indícios suficientes de autoria e materialidade.

ooh34- A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) destacou que o processo é político e contaminado por uma grave pecado, já que foi aberto por um presidente da Câmara investigado por corrupção. "Queiram ou não admitir os defensores da admissibilidade do processo de impeachment, esse processo é um golpe jurídico, parlamentar e midiático", alerta.  A senadora afirmou ainda que grande parte deste movimento envolve o bastião reacionário brasileiro. Apesar das críticas, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) acredita que a presidente Dilma não cometeu nenhum crime. "É um processo absolutamente político", disse a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), que se mostrou contra o impedimento da presidente Dilma.

00h21- O senador João Capiberibe (PSB-AP) diz que não consegue enxergar uma porta aberta para sair da crise. "O impeachment não é a solução, é a opção pelo confronto", Para ele, a presidente Dilma e o vice-presidente Temer são responsáveis pela situação atual, e o PT e o PMDB deveriam admitir que fracassaram e apoiar novas eleições. "É preciso buscar uma solução pactuada e definitiva". O senador diz que seu voto é contra a admissibilidade do impeachment.

00h12- Senador Omar Aziz (PSD-AM) começou o seu discurso elogiando o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo andamento da sessão de análise da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma. "Se a presidente tivesse tido humildade e falado qual era a situação da economia brasileira, não estaria enfrentando o processo de impeachment". O senador Omar Aziz (PSD-AM) destacou que seu voto é a favor do relatório do senador Antonio Anastasia pela abertura do processo de impeachment da presidente.

23h55- O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) fala que não é ocasião para agir apaixonadamente ou lançar mão de frases de efeito, ataques pessoais ou partidários. Garibaldi diz que vota pela instauração do processo, e lembra que este é o segundo processo de impechment que tramita no Senado em menos de 25 anos. Ele diz que  é preciso iniciar a reforma do país pela reforma partidária. O senador afirma que fala com a autenticidade de quem foi ministro do governo Dilma por quatro anos. "Cumpri ali uma missão partidária, que não busquei, mas que me foi delegada por meu partido."

23h50- Senador Gladson Cameli (PP-AC) fala agora. "O PT não pode mais administrar a coisa pública como se fosse um bem pessoal", disse o senador. 

23h35- O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) disse que está certo de que cada um dos senadores votará não apenas com sua consciência, mas com a responsabilidade de quem representa milhares de brasileiros. "Houve ofensa à lei, houve ofensa à Constituição". O senador comparou os processos de impeachment pelo mundo. O parlamentar diz que impeachment não é golpe, e sim assunto constitucional, legal. O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) diz que houve um golpe nas eleições de 2014, quando a presidente Dilma disse que as contas estavam em dia e o Brasil continuaria progredindo.

23h29- O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) comça sua fala defendendo o vice-presidente. Ele  afirmou que votará pela admissibilidade da abertura do impeachment contra a presidente Dilma.

23h13- O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) fala. Valadares diz que seu partido votou a favor de vários projetos do governo para garantir a governabilidade. Ele alega que existem requisitos para a instauração do processo de impeachment. O senador votará pelo impeachment.

22h56- Fernando Collor (PTC-AL) fala: "Chegamos ao ápice de uma crise" e afirma que crime de responsabilidade está em aparelhamento do estado, a ingerência na economia, a irresponsabilidade com a política. O senador diz que o Brasil jamais passou por uma crise tão grave. "Chegamos às ruínas de um governo, às ruínas de um país." Ele fala sobre o rito que é o mesmo de seu impeachment em 1992, mas o rigor não. Em sua compação, Collor ressalta que o parecer atual tem 128 páginas, enquanto o de seu processo tinha apenas meia página, com dois parágrafos.  O ex-presidente alega que teve de renunciar em 1992 e usou advogados particulares e dois anos depois foi absolvido de todas as acusações. "Mesmo assim perdi meu mandato e não recebi qualquer tipo de reparação". Para ele,  o sistema presidencialista está em ruínas e uma nova política precisa se estabelecer. "Seja qual for o resultado de hoje, precisamos virar esta página". Collor não indicou seu voto, mas encerrou dizendo que a história lhe reservou este momento: "Devo vivê-lo num estrito cumprimento de um dever".

22h41- O senador Armando Monteiro (PTB-PE) fala. O senador diz que a responsabilidade fiscal deve ser algo presente nas decisões do Congresso Nacional. Monteiro diz que este grave momento deve ser de reflexão, sobre a necessidade de que o país promova reformas.  Senador Armando Monteiro (PTB-PE) votará 'não' à admissibilidade do impeachment.

22h28-  Regina Sousa (PT-PI) fala que  "Dilma foi traída pelos que compartilharam poder com ela.". A senadora diz que há um componente "sexista, misógino, nessa conspiração". Para a senadora,  a humanidade está cheia de golpes travestidos de atos democráticos. Ela ainda critica vazamentos seletivos na Operação Lava Jato e a divulgação de grampos telefônicos do ex-presidente Lula. Senadora Regina Sousa (PT-PI) votará 'não' à admissibilidade do impeachment.

22h11- Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) começa a discursar dizendo que: “A mentira tem um preço”. O senador disse que os crimes de responsabilidade foram sim praticados pela presidenta Dilma Rousseff.  Para ele,  o começo deste novo capítulo da história do Brasil foi escrito com mentiras. Ela firma que a presidente Dilma enganou o povo brasileiro para ganhar a eleição. Cássio Cunha Lima  diz que votará sim ao relatório pró-processo de impeachment.

21h55 -  Hélio José (PMDB-DF) é o 34º senador a se pronunciar sobre o impeachment no Senado. Ele  defende que seja "prestada solidariedade" a Michel Temer que, com o possível afastamento de Dilma, deve assumir a Presidência. para ele,  se há indícios de crime é preciso investigar. O parlamentar disse que  votará pelo impeachment da presidente Dilma.

21h41 - O senador Reguffe (sem partido-DF) fala agora no Senado. Ele inicia seu pronunciamento dizendo que a Lei de Responsabilidade Fiscal é uma conquista deste país e que as metas fiscais devem ser cumpridas, assim como as leis orçamentárias. Afirmou ainda que as pedaladas e os efeitos delas mexeram na vida dos brasileiros, geraram a inflação e 10 milhões de desempregados. "Meu voto é pela admissibilidade do processo."

21h26 - Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) é a 32ª parlamentar a se pronunciar sobre o processo de impeachment no Senado. Ela critica a postura daqueles que defendem o impeachment de Dilma Rousseff: "Falam de tudo, da crise ecnômica, da corrupção, da Lava-Jato, só não falam do crime, porque não há. Falo aqui em alto e bom som: não há crime de responsabilidade". Ela afirma que se o Senado aprovar o processo será uma das maiores fraudes ao estado democrático de direito; que o processo é um pretexto para que o Brasil abandone os programas sociais, para que as políticas de apartheid social sejam restabelecidas e que o governo que vai assumir quer acabar com a operação Lava Jato. "Há em curso a tentativa espúria da tentativa de tirar uma presindente honesta (...) isso caracteriza um golpe", diz e manifesta seu posicionamento quanto à admissibilidade do impeachment: "Contra o golpe e a favor da democracia!".

21h18- Em Buenos Aires, marcha contra o impeachment reúne partidos e movimentos sociais

Em Buenos Aires, marcha contra o impeachment reúne partidos e movimentos sociais
Creative Commons - CC BY 3.0 - Em Buenos Aires, marcha contra o impeachment reúne partidos e movimentos sociais (Foto: Monica Yanakiew/Agência Brasil)

21h25 - Até o momento 25 senadores se manifestaram a favor da admissibilidade do processo de impeachment e 6 se pronunciaram contra.

21h12 - O senador Lasier Martins (PDT-RS) inicia sua fala dizendo que a presidente cometeu o crime de responsabilidade porque atropelou a Lei de Responsabilidade. "Foram crimes polítcos e administrativos", diz ele. O senador diz que é a favor da admissibilidade do processo de impeachment e diz que os vínculos da presidenta Dilma Rousseff são compremetedores. "Ela e o Lula não sabiam de nada?", pergunta. Ele diz esperar que o novo governo não ameace os trabalhos da operação Lava Jato e que o impeachment signifique um marco, a abertura de uma nova era, de um Brasil mais justo.

20h57 - Randolfe Rodrigues (Rede-AP) é o 30º senador a se pronunciar sobre o processo do impeachment no Senado. Ele afirma que a Justiça Eleitoral deve agir sobre a questão e que o seu partido (Rede) enxerga razões para que haja a cassação da presidente, não o impeachment. Segundo ele, o povo pode não querer a continuação do governo Dilma, mas muito menos quer a posse de Michel Temer. O senador defende a realização de novas eleições ainda em 2016. "Só a soberania do voto popular poderá neste momento dar a resposta a esta crise política" e declara votar contra a admissibilidade do processo de impeachment.

20h55 - Marcelo Crivella (PRB-RJ) pede para fique registrado seu pesar em votar em favor da abertura do processo de impeachment. "Não queria, não quero. Cumpro aqui um duro dever diante dos fatos." O senador encerra sua fala pedindo que "os senadores sejam justos e não justiceiros".

20h43 - Dilma sairá do Planalto pelo térreo e fará discurso para condenar "golpe"

A presidenta Dilma Rousseff e o ministro Jaques Wagner aparecem em uma das janelas do Palácio do Planalto
Creative Commons - CC BY 3.0 - A presidenta Dilma Rousseff e o ministro Jaques Wagner aparecem em uma das janelas do Palácio do Planalto (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

20h35 - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) faz uso da palavra no Plenário do Senado. Ele afirma que é evidente que o crime de responsabilidade não ocorreu e que se tivesse ocorrido teria sido em 16 estados brasileiros. Ressaltou que Michel Temer tem um histórico de conciliação, e não é um radical, mas que é um neoliberal, fala em cortes, a mesma política que levou à crise em países europeus. A solução seria um governo de coalisão nacional. "Estamos em um caminho totalmente errado". E concluiu: "Meu voto é contra a besteira e monumental asneira contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff".

20h29 - Confronto com a polícia no muro que divide a Esplanada deixa duas mulheres feridas; elas estavam em Brasília para a Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres 

Esplanada - manifestação
Creative Commons - CC BY 3.0 - Confusão na Esplanada: manifestantes entraram em confronto com a Polícia Militar, que reagiu com gás de efeito moral (Foto: Mídia NINJA)

20h20 - Waldemir Moka (PMDB-MS) é o 27º senador a se pronunciar sobre o impeachment no Senado. Ele se diz convicto de que há elementos suficientes para abrir processo contra a presidente Dilma. "Estamos diante de um governo negligente, que não reconhece os seus erros e tem o capricho de atribuir a culpa a fatores políticos ou mesmo à oposição no Congresso", afirma ele que concluiu em favor do processo de impeachment.

20h18 - Até agora foram 22 pronunciamentos a favor da admissibilidade do processo do impeachment e 4 contra.

20h05 -  Grupo a favor do impeachment é expulso de ato pró-Dilma na Cinelândia    

20h05 - O senador Álvaro Dias (PV-PR) afirma que as pessoas estão cansadas dos argumentos dos que defendem a presidenta Dilma Rousseff, já que os seus atos feriram a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ele disse que em 2005, pediu o impeachment do ex-presidente Lula, mas não teve apoio. Ele acredita que o impedimento de Dilma teve origem, na verdade, nos escândalos de corrupção como o mensalão. Ele se declarou em favor da admissibilidade do impeachment porque o povo brasileiro exige mudança no sistema de governança do país.

19h5 - Manifestantes pró e contra impeachment acompanham sessão em frente ao Congresso

19h53 - O senador Wilder Morais (PP-GO) é o 25º a se pronunciar sobre o processo do impeachment no Senado. Ele diz que não julga a presidente Dilma, mas o relatório da comissão do impeachment ao qual votou favoravelmente à sua aprovação.

19h48 - Ministros de governo Temer podem tomar posse amanhã às 10h, diz Jucá

19h38 - Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014 para Dilma Rousseff, faz uso da palavra no plenário do Senado. Ele começa dizendo que não está na tribuna para votar contra uma pessoa, a favor ou contra um partido político, cumprindo com seu dever constitucional. Afirma que a irresponsabilidade na gestão econômica é uma marca dos governos populistas. "Foi,  sim, a irresponsabilidade desse governo ao conduzir as politicas econômicas que estão fazendo o retorno de brasileiros às classes C e D". Após se manifestar a favor do impeachment, o senador cita o avô Tancredo Neves e encerra seu discurso.  

19h26 - Eduardo Amorim (PSC-SE) é o 23º senador inscrito para se pronunciar sobre o impeachment. Ele diz que é favorável à admissibilidade do impeachment e que espera que as pedaladas fiscais nunca mais ocorram no país. Ele ainda fez um apelo para que Michel Tmer construa um governo com nomes capazes de inspirar confiança. "Este impeachment só está ocorrendo porque a presidente não respeitou a Constituição."

19h25 - Renan Calheiros reabre a sessão.

18h18 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PDMB-AL), suspende a sessão. Os trabalhos deverão ser retomados às 19h. Antes da paralisação, Renan afirmou que a nação cobra saída para impasse. Leia aqui

18h02 - A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) chama o processo de impeachment de "é um golpe de estado porque a presidente Dilma não cometeu nenhum crime de responsabilidade". Ela diz que o golpe começou quando o PSDB e Aécio Neves não aceitaram o resultado das eleições. "Este golpe ganhou um aliado importante, quando Eduardo Cunha, réu perante ao Supremo, decidiu se vingar acatando o pedido de impeachment encomendado pelo PSDB". Contrária ao impeachment, a senadora dedica o voto Paulo Freire, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Florestan Fernandes, estudantes, professores e artistas e diz que não há derrota para aqueles que ousam ficar do lado certo da história.

17h56 - Acir Gurgaz (PDT-RO) afirma que quando os políticos brigam quem perde é a população. Ele afirma que vota a favor da abertura do processo de impeachment, mas que o Senado, junto com o STF, tem que garantir o direito de defesa da presidente Dilma Rousseff. "Vamos mostrar ao Brasil e ao mundo que no Senado todos têm direito de defesa, que as leis são respeitadas."

17h53 -  Renan Calheiros (PMDB-AL) faz informe sobre sobre audiência dos meios de comunicação do Senado.

17h52 - Manifestantes contra impeachment fazem vigília em universidade da Bahia

17h35 - José Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado, é o 20º senador, começa sua fala lamentando participar da sessão de impeachment, quando poderiam estar trabalhando na aprovação de leis que melhoram a condição do país. "Não é justo o que estão tentando fazer com a democracia brasileira. Estão cassando a soberania do voto popular." Ele se referiu ao processo de impeachment como uma injustiça, ressaltou os benefícios dos programas sociais dos governos Lula e Dilma que tiraram milhões da miséria, o risco Brasil que caiu de 1400% para 400% desde o início do governo do PT e relembrou que até hoje 132 pedidos de impeachment no Brasil, dois deles efetivados: o do ex-presidente Collor e o atual. "O senado está escrevendo uma das páginas mais tristes dos seus 190 anos, dando aval ao golpe do Eduardo Cunha e do PSDB", concluiu contra o impeachment.

17h22 - Dilma encaminha pedido de urgência para projetos de combate à corrupção.

17h20 - José Agripino Maia (DEM-RN) assume a palavra no Plenário do Senado. O senador cita a Constituição, dizendo que "são crimes de responsabilidade os atos da Presidência da República que atentem contra a administração e a lei orçamentária", s epronunciando favoravelmente ao impeachment.

17h11 - Gilmar Mendes vai relatar pedido de inquérito contra Aécio no STF 

17h04 - José Maranhão (PMDB-MA) é o décimo oitavo senador a se pronunciar sobre o pedido de impeachment. "Hoje eu vejo com certa desconfiança os discursos que estão tramando nessa hora pelo parlamentarismo. Temos que encontrar dentro do próprio presidencialismo pra nos tirar da crise que estamos vivendo".

16h58 - Ministros serão exonerados após decisão do Senado

A presidenta Dilma Rousseff decidiu exonerar sua equipe ministerial assim que os senadores encerrarem a votação sobre o processo de impeachment contra ela, caso decidam por seu afastamento. Ainda não está decidido o formato da exoneração, mas a medida poderá ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União logo após o fim da votação, prevista para terminar de madrugada.

16h52 - Angela Portela (PT-CE) é a décima sétima senadora a se pronunciar e a segunda a se pronunciar contra o impeachment de Dilma Rousseff. "Estamos diante de um julgamento político, na verdade um pré-julgamento político".

16h48 - Senador Humberto Costa (PT/PE) se colocou contra a diminuição do tempo de fala. Na falta de consenso sobre o tema, Renan Calheiros não submeteu a questão a plenário e o tempo de fala permanece de 15 minutos para cada senador.

16h45 - "Eu já assumi muitas responsabilidades, mas eu não queria assumir a responsabilidade de adiantar ou atrasar o relógio da História", afirmou o presidente do Senado Renan Calheiros ao propor que o plenário da Casa decida sobre a diminuição do tempo de fala destinado a cada senador.

16h34 - Aliados afirmam que Temer terá apoio do Congresso caso assuma a presidência

Em um dia movimentado no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência, deputados aliados se reúnem com o vice-presidente Michel Temer e afirmam que, caso Dilma Rousseff seja afastada da Presidência na votação de hoje (11) do Senado, ele terá apoio da maioria do Congresso Nacional para governar o país e aprovar as medidas necessárias para o país.

16h30 - Cristovam Buarque (PPS/DF) é o décimo sexto senador a se pronunciar. "Eu voto pela abertura do processo. Hoje não é o fim do processo, é co começo". 

16h20 - Simone Tebet (PMDB/MT) é a décima quinta senadora a se pronunciar e defende o afastamento de Dilma Rousseff.

16h15 - Até o momento foram treze posicionamentos favoráveis ao afastamento da presidene Dilma e apenas um contra, do senador Temário Mota (PDT/RR)

16h05 - Dário Berger (PMDB/SC) é o décimo quarto a falar a favor do impeachmet "como está não podemos ficar". 

15h50 -  Sérgio Petecão (PSD/AC) é o décimo terceiro senador a falar na sessão. "A minha preocupação é a relação do nosso governo com o governo boliviano". Ele defende o impeachmet da presidente Dilma.

15h34 - Senador Telmário Mota (PDT/RR) é o décimo segundo senador a falar e o primeiro a se posicionar contra o impeachment. "Esse processo poderá ser concluído com a contribnuição de muitos oportunistas e alguns traidores".

15h30 - Dilma chega ao Palácio do Planalto para acompanhar sessão do Senado

A presidenta Dilma Rousseff chegou por volta das 15h10 ao Palácio do Planalto para acompanhar a sessão do Senado que vai decidir sobre a admissibilidade do seu processo de impeachment. Se aprovado por metade mais um dos senadores presentes à sessão, Dilma será afastada do cargo por 180 dias e, nesse período. o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assume o comando do país. Ela passou a manhã e o início da tarde no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.

15h36 - Votação do Impeachment é notícia internacional mais comentada nos EUA

A votação sobre a aceitação ou não do impeachment da presidenta Dilma Rousseff pelo Senado brasileiro está sendo hoje (11) um dos assuntos internacionais mais comentados pela imprensa nos Estados Unidos. Vários jornais, redes de TV e de rádio estão divulgando relatos de correspondentes ou repórteres enviados especialmente ao Brasil para cobrir o evento.

15h30 - Romário (PSB/RJ) é o décimo primeiro senador a se pronunciar."Cheguei a conclusão que há sim crime de responsabilidade". Até agora os onze pronunciamentos foram a favor do impeachment.

15h14 - Senador Ricardo Ferraço (PSDB/ES) é o décimo senador a defender o impeachment da presidente Dilma Rousseff. "O desemprego está chegando aos chefes de família".

15h - Magno Malta (PR-ES) reclama das "taxas altíssimas de diabetes" no país. "O Brasil é um país diabético. Há tempo de amputar a perna apodrecida". Ele também critica a participação do PT no Foro de São Paulo. É o nono senador a falar na sessão.

14h50 - Lúcia Vânia (PSB-GO) é a oitava senadora a falar em defesa do impeachment de Dilma. "União acumulou passivos bilionários, mostrando desprezo às instituiçõees do país". 

14h40 - Zezé Perrela (PTB/MG) defende o impeachment de Dilma, sendo o sétimo parlametar a se posicionar a favor do afastamento de Dilma. "Motivo do impeahcment não são só as pedaladas fiscais, mas também a roubalheira".

14h25 - Sessão é retomada no Senado com a fala do senador Ronaldo Caiado (DEM/GO).

Na retomada da sessão que discute a admissibilidade do processo de impeachment contra a presidenta da República Dilma Rousseff, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), sexto a se manifestar nesta quarta-feira (11), criticou a política econômica do governo do PT, que, segundo ele, tira empregos dos brasileiros e “ brinca e desrespeita a opinião pública”.

13h - Teori nega pedido para suspender instalação do processo do impeachment de Dilma

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, negou pedido apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) para que fosse suspensa a validade da autorização concedida pela Câmara dos Deputados para abertura do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff por crime de responsabilidade.

12h32 - Wagner: governo Temer significará retrocesso no processo de inclusão social

O ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, disse há pouco, em sua conta no Twitter, que o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff é um “golpe” contra a petista e o povo pobre do país. Wagner usa a hashtag #GolpeDay em suas postagens. Wagner comanda neste momento reunião ministerial no Palácio do Planalto. O encontro tem a participação dos titulares das 32 pastas que fazem um balanço das ações de governo.

 

12h30 - Presidente do Senado Renan Calheiros suspende a sessão. A retomada dos trabalhos acontecerá às 13h30

12h21 - Temer acompanha sessão do Senado do Jaburu; filho e esposa chegam à tarde

Enquanto o Senado Federal faz sessão extraordinária para decidir a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o vice-presidente da República Michel Temer dá continuidade às articulações para a formação de seu governo, no caso da presidenta ser afastada.

12h29 - "A partir do momento que tirarmos a caneta da mão desta senhora, vamos reestabelecer a confiança no nosso país" , afirma Ataídes, quinto senador a se posicionar favoravelmente ao impeachment.

12h15 - Senador Ataídes Oliveira (PSDB/TO) inicia sua fala de 15 min. Até o momento todos os senadores se posicionaram a favor do impeachment. Ataídes é o quinto orador.

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12h13 - Senadora Marta Suplicy fala em pacto para recuperar o país e se posiciona a favor do impeachment.

12h04 - A senadora Marta Suplicy, também favorável ao impeachment inicia seu tempo de fala de 15 min como a quarta oradora.

12h03 - Nunes termina sua fala também se posicionando favorável ao impeachment.

11h53 - Aloísio Nunes (PSDB/SP) inicia tempo de 15 minutos de fala. 

11h50 - Até o momento, os dois senadores que falaram se mostraram favoráveis ao impeachment. 

11h38 - José Medeiros (PSD/MT), favorável ao impeachment assume fala. "onde já se viu golpe com imprensa livre e pessoas nas ruas?", aponta o senador. 

11h31 - "A sociedade tem pressa mas não podemos apressar o processo dessa casa que agora se transformou em um tribunal político" , afirmou a senadora Ana Amélia. A senadora se posiciona pela admissibilidade do impeachment conforme o relatório do senador Anastasia (PSDB/MG).

11h18 - Com o fim das questões de ordem comçam as falas dos senadores sobre o processo de impeachment. Senadora Ana Amélia (PP/RS) é a primeira a falar. 

11h07 - Senado divulga a ordem de fala dos senadores durante processo de impeachment

11h06 - Senador Lindbergh Farias (PT/RJ) pede a suspensão da tramitação do processo até que o Congresso Nacional analise as contas referentes ao exercício de 2015

10h47 - Radialista atrapalha o andamento da sessão e é alertada pelo presidente Renan Calheiros

#NacionalBrasil: Sessão do Senado que discute impeachment ainda está na fase de questionamentos e questões de ordem

10h36 - Presidente do Senado Renan Calheiros rejeita questão de ordem apresentada pela Senadora Gleisi Hoffman

10h19 - Renan combinará com Dilma entrega de notificação se impeachment for aprovado

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse hoje (11) que, se aprovado até o final da noite o impeachment da presidente Dilma Rousseff, vai combinar com a petista como ela será notificada nesta quinta-feira. Renan evitava cravar uma data para esta citação que abre prazo de 180 dias de afastamento de Dilma até que a comissão especial apure provas e fatos dos supostos crimes de responsabilidade apontados no pedido que culminou no processo.

10h18 - Gleisi Hoffman pede a suspensão da votação do impeachment no Senado até que o Supremo Tribunal Federal julgue o recurso apresentado pelo governo.

10h16 - Jaques Wagner convoca reunião ministerial no Palácio do Planalto

Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, não há previsão da presença da presidenta Dilma Rousseff nesta reunião. Na agenda de Dilma, consta apenas uma audiência esta manhã com o assessor especial da Presidência, Giles Azevedo, no Planalto.

10h14 - Senadora Gleisi Hoffman (PT/PR) cita Darcy Ribeiro: "é preciso resistir".

10h - Presidente do Senado abre sessão de instauração do processo de impeachment de Dilma.

9h26 - Suplente de Delcídio decide não tomar posse hoje

O Diário Oficial da União publicou hoje (11) a cassação do mandato do ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). O ato abre caminho para que Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS) assuma a vaga imediatamente. O senador, que era suplente de Delcídio, poderia aumentar o placar, na sessão plenária que decide logo mais o impeachment da presidente Dilma Rousseff, somando votos contrários à petista. Mas Chaves dos Santos informou que não pretende ocupar a vaga hoje.

8h56 - Senado está pronto para iniciar sessão do impeachment

A poucos minutos do início da sessão que vai votar a admissibilidade do processo contra a presidenta Dilma Rousseff, a movimentação nos corredores do Senado, especialmente de jornalistas e parlamentares, é intensa. Com a visitação proibida e o acesso restrito a servidores da Casa, imprensa credenciada, assessores e parlamentares, o acesso ao prédio principal do Senado está sendo feito pelos anexos, mas sem o rigor de passar todas pessoas pelo detector de metais, como aconteceu na Câmara dos Deputados, no último dia 17.

Até as 8h30 da manhã, 68 dos 81 senadores já estavam inscritos para falar no plenário. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), definiu que os oradores inscritos, contra e a favor do parecer da Comissão Especial do Impeachment, falarão alternadamente por até 15 minutos cada um e apenas uma vez. Não será permitida orientação da bancada pelos líderes e também não haverá apartes.

6h - Ao todo, 67 senadores se inscreveram para falar

Até o encerramento da sessão dessa terça-feira (9), 67 senadores tinham se inscrito para falar. Eles terão direito a 15 minutos de discurso cada. A sessão será dividida em três blocos: de 9h às 12h, de 13h às 18h e de 19h em diante. Após a discussão dos senadores, o relator falará também por 15 minutos e depois o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que faz a defesa de Dilma, por mais 15 minutos. A defesa será a última a falar.

Confira o rito da votação da instauração do impeachment no Senado

Rádios EBC transmitem programação especial sobre o impeachment. Escute ao vivo: 

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